Salvador

AVENIDA JOANA ANGÉLICA VIRA FEIRA DE S.JOAQUIM; EXEMPLLO PADRÃO ESG!

Eis um exemplo do padrão ESG que tanto os burocratas falam e um diretor do Bradesco disse que era bom sair da teoria para a prática. Ai está o laboratório.
Tasso Franco ,  Salvador | 23/05/2026 às 19:42
Meia pista dos veículos no asfalto já foi tomada
Foto: BJÁ
  

  Eis a Feira de São Joaquim. Desculpem, isso que vocês veem na foto é a Avenida Joana Angélica, a nova feira livre da cidade. Começou pequena nas proximidades da sede da OAB e já está no Convento da Lapa com ramificações pelo Beco das Frutas, Rua Nova de São Bento, Piedade e Avenida Sete. Creio, que há limites para tudo e nos parece que desse jeito Salvador vai perder a condição de cidade mínimo-civilizada.

  Incivilizada já é, mas, desse jeito vai se torna uma babel sem rumo. Na Joana Angélica vende-se de tudo na rua – quiabos, cebolas, tomates, mamões, coentros, salsas, aipins, amendoins, bolos, tortas, pastéis, etc – tudo o que se passa imaginar in-natura, sem higienização, sem normas, sem cada.

  Os produtos são vendidos na base de pequenos lotes, pencas (bananas), litros (amendoim), fatias (bolos), rumas, grupos de dois a três produtos a preços que variam entre R$5,00 e R$10,00. Nada passa desse valor. É um grita-grita geral porque a propaganda é alma do negócio, quem mais grita, mais vende. Claro, tem que ter um produto apresentável. Na venda de tortas, ao lado da OAB tem até tapa como se no popular. A porção é R$10,00.

  Essa semana, na capital, teve um encontro do tal do ESG um embromatório geral. Digo isso, pois, é só dá uma volta na Avenida Sete e na Joana Angélica para verificar o que é uma agressão ao meio ambiente, isso no centro de Salvador. E, não há, nem o mínimo de social (alguns vendedores nem camisa usam) nem de governança. Os restos dos produtos são jogados no chão para a alegria dos ratos que atuam assim a feira é desarmada, à noite. (TF)