Salvador

BARRA, GRAÇA E CHAME-CHAME: VENDE-SE DE TUDO NAS RUAS E PASSARELAS

É a pobreza tentando sobreviver
| 04/04/2008 às 23:01
Feirinha na Marquês de Leão, Barra, sem mínimas condições de higiene (Foto/BJá)
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  Os bairros da Graça, Chame-Chame e Barra viraram "terra de ninguém". 

  Existem mais de vinte feirinhas e pontos de vendas de todo tipo de produtos comestíveis, toucador, quinquilharias diversas, cds, dvds, "barzinhos" e todo tipo de desorganização.

   Na passarela do Chame-Chame, nos finais de semana, os sons servem para animar os frequentadores de mesinhas com cerveja e ocorre até dança.

   Se o moço quiser comer uma jaquinha a retalho pode ir na rua Marquês de Leão. Se quiser comprar um saquinho de acerola pode ir na Euclides da Cunha. Se quiser adquirir um perfume pode ir na passarela do Chame-Chame. Na Princesa Isabel conserta-se sapatos no meio da rua. E, na avenida Oceânica, antigo cartão postal da cidade, pode tomar uma caninha 51 e comprar 1 cigarro a retalho.

   A mureta da Av Oceânica, nas proximidades do Hospital Espanhol virou mostruário de produtos: quadros, objetos de artesanato, colares, camisetas, redes, etc. A SESP, diga-se de passagem, tem agido. Mas, a turma volta. É uma briga constante entre gato x rato.

   A pobreza da população da cidade e a desorganização da Pefeitura induzem a essa situação.