O encontro teve a presença do deputado federal Nelson Pelegrino, do cantor Gerônimo, que se apresenta todas as terças na escadaria da Igreja do Passo, e de representantes da Secretaria Estadual de Turismo, da Guarda Municipal e da Polícia Militar, além de moradores e lojistas do bairro. Capitão Tadeu lamentou a ausência de representantes do Ministério Público, das secretarias estaduais e municipais da Ação Social, Educação e Saúde.
"Vamos reiterar o convite para estes órgãos nas próximas audiências pois as discussões são transversais", disse o deputado, que pretende repetir a experiência a cada três meses e elaborar um relatório a ser entregue para todas as autoridades cobrando providências.
A Senadora propôs que em vez de esperar uma próxima audiência que somente ocorrerá daqui a três meses para se cobrar as autoridades, a formatação imediata de um modelo de mobilização que inclua um pedido de audiência ao secretário estadual do planejamento, Zezéu Brito. "As ações voltadas ao Pelourinho precisam ser integradas com as três esferas de poder para dar fim ao problema de governança que existe aqui", defendeu a socialista.
"De diagnóstico o Pelourinho já está cheio. Temo que vire até folclore, que de tanto reclamar o Pelourinho acabe se transformando num lugar onde só se faz reclamação. É preciso transformar essa capacidade de indignação em ações concretas", disse Lídice. Ela elogiou o Iphan pelo tombamento da Cidade Baixa, mas ponderou que é preciso reivindicar investimentos para a recuperação da área. "Tombar por tombar não adianta nada".