Guerra alfinetou a pré-candidata do PT para a Presidência, Dilma Rousseff. Segundo o senador, escolher Dilma seria seguir o caminho do "improviso e aventura". "Nosso país tem apenas duas opções, avançar com líder experiente ou seguir com o improviso. (...). O Brasil quer seguir a aventura de alguém que jamais foi líder de nada, sempre foi apenas auxiliar? Queremos seguir o caminho desconhecido, do improviso, do passado de insensatez ou seguir um líder sensato, sem qualquer desvio de conduta, desvario ou desequilíbrio", questionou.
Em seu discurso, Guerra relembrou a trajetória de Serra, filho de imigrante italiano que assumiu a presidência da União Nacional dos Estudantes (UNE) aos 20 anos. O senador lembrou ainda o exílio do ex-governador no Chile e a carreira acadêmica nos Estados Unidos, como aluno na Universidade de Cornell e depois como pesquisador em Princeton. "É um lutador que logo cedo se revelou um líder", disse.
O senador lembrou ainda o período em que Serra assumiu o Ministério da Saúde, durante o governo do ex- presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. "Não há dúvida que foi o melhor ministro da saúde que o Brasil já teve. Alguns dos programas postos em prática tiveram reconhecimento internacional", disse.