"A realização do concurso e do curso de formação são momentos preciosos para o Ministério Público porque somos uma Instituição em que a renovação ocorre de maneira lenta. Somente nessas ocasiões, temos o ensejo, a oportunidade, de renová-la tanto no que diz respeito aos seus quadros como no que diz respeito a incorporar novos enfoques, e os senhores acabam sendo o veículo dessa mudança", enfatizou Wellington César. Ele chamou a atenção dos novos promotores de Justiça para a necessidade de prudência e sobriedade no exercício de suas atribuições. "Cada promotor de Justiça que assume as suas atividades deve ter um sentido não cínico, mas realista do poder. Ele precisa saber que opera em um ambiente em que conflitos importantes se desenvolvem, com o poder político e o poder econômico", explicou o procurador-geral de Justiça, acrescentando que "não podemos
reproduzir na Instituição um discurso infantilizante que imagina que o Ministério Público, que o promotor de Justiça, opera em um ambiente dissociado dessas forças". Por isso, concluiu ele, a necessidade das "ações do Ministério Público estarem voltadas a uma lógica da sobriedade".
ação das Promotorias de Justiça de Meio Ambiente, a cargo da promotora de Justiça Ana Luzia Santana e de técnicos da área ambiental. Primeira sessão
No início desta tarde, o procurador-geral de Justiça Wellington César Lima e Silva presidiu pela primeira vez uma sessão do Colégio de Procuradores de Justiça e do Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça.