Na quinta-feira (12) o Grupo de Trabalho visitou o Porto de Aratu-Candeias, onde conheceram de perto a estrutura e as operações portuárias e dialogaram com equipes técnicas da CODEBA
Tasso Franco , da redação em Salvador |
14/03/2026 às 12:12
Porto de Aratu
Foto: Camile Campos
A Agenda Ambiental e de Segurança Aquaviária – etapa Nordeste - promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em parceria com as Universidades Federais Fluminense (UFF) e do Maranhão (UFMA), foi realizada nestas quinta e sexta-feira, dias 12 e 13 de março, na sede da Autoridade Portuária Federal – CODEBA, em Salvador. A atividade tem o objetivo coletar sugestões e subsídios para revisão do Índice de Desempenho Ambiental (IDA) e propor novos critérios para aprimorar a avaliação do desempenho ambiental dos portos brasileiros.
Na quinta-feira (12) o Grupo de Trabalho visitou o Porto de Aratu-Candeias, onde conheceram de perto a estrutura e as operações portuárias e dialogaram com equipes técnicas da CODEBA sobre práticas ambientais adotadas nos portos administrados pela autoridade portuária.
A programação teve continuidade nesta sexta-feira (13), com a realização das oficinas presenciais regionais, denominadas "Grupos Focais", promovidas pela Antaq no âmbito da Agenda Ambiental e de Segurança Aquaviária e contou com as participações do gerente de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho da CODEBA, Ricardo Bertelli Pereira, dos representantes da Agência Reguladora, Uirá Cavalcante e Alessandro Max, das universidades Sérgio Sampaio, Estefan Monteiro, Wilson Margno e Charles Vieira e representantes dos Portos de Salvador, Aratu-Candeias e Itajaí.
“A CODEBA vem se atualizando constantemente e cumprindo todos os requisitos quando o assunto é sustentabilidade e meio ambiente. Esse compromisso fortalece a credibilidade da autoridade portuária e atrai a atenção de investidores. Com isso, ampliamos as oportunidades de novos investimentos e de movimentação de cargas. Quanto mais aprimoramos nossas práticas e investimos em gestão ambiental, maiores são os resultados e os benefícios para o setor portuário”, destacou Bertelli.
Para o representante da Antaq, Uirá Cavalcante, gerente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da agência, o momento é de modernização do indicador. “O IDA foi criado há 14 anos, mas, ao longo do tempo, muitos aspectos, como mudança climática, relação porto-cidade e economia circular, ganharam mais relevância. Por isso, estamos atualizando o índice para que ele reflita esses novos desafios e fortaleça ainda mais a gestão ambiental no setor portuário”, afirmou.