O encontro do Lubi com Tia Lê no dia da visita do presidente do Lê
Tasso Franco , da redação em Salvador |
15/02/2026 às 11:12
O encontro do Lubi com Tia Lê
Foto: SERAMOV
Estava o Lubi de Serrinha astuciando o Carnaval no Campo Grande logo no dia em que o preidente Luis Inácio apareceu por lá, o pagode comendo no centro com Xandy Harmonia e o bloco "As Muquiranas" a desfilar, seguido de um trio estatal quando ele se encontra com a jornalista Lenildes Pacheco, carinhosamente conhecida como "Tia Lê" - não tem nada a ver com o outro Lê - e esta, que é paulista, perguntou o que ele achou do samba como tema do Carnaval.
Ele respondeu que achou fantástico e até o governador Cláudio Castro, do Rio, a terra do samba, que toca e canta samba, esteve na abertura da festa baiana. Então, ela gostou da resposta e perguntou sobre 2027 e o Lubi de Serrinha - o mais famoso Lobisomem da Bahia, na mais famosa festa popular da Bahia - repondeu que deve ser uma homenagem a valsa ou quiçá a um rtmo mais apimentado o carimbó do Pará.
É isso, o samba é carioca, o frevo é pernambucano com pé na Bahia (a origem dos trios eletrizados), a valsa europeia, o carimbó do Pará e a axé o pagode, da Bahia, a sofrência também é da Bahia, da RMS, os ritmos mais tocados no Carnaval.
Por posto, as músicas mais tocadas no momo (nos circuitos) são "Vampirinha" da Sangalo; e "Que calor é esse", do Bell Marques. Na sustenção dos circuitos, quando os trios passam, a música mais ouvida é o "reagge Night", de Jimmy Cliff.
Em havendo uma homenagem a valsa podem convidar o Andrea Bocelli e a la Mercury ou a Laura Pausini para um dueto.