Copacabana é assim. A gente pode até resistir, reclamar, mas nunca deixa de apreciar e se maravilhar.
Nara Franco , da redação em Salvador |
01/01/2013 às 18:45
Maravilha em Copacaba
Foto: Nara Franco
Saí de casa às 23h45. Junto comigo um mar de pessoas vestidas de branco, com cadeiras de praia, garrafas de champanhe, cerveja e muita alegria. A primeira coisa que me chamou atenção foi a rua Barata Ribeiro livre de carros. Nas ruas, só pessoas. E muita alegria. Cheguei logo na praia. Sem ambulantes. Outro ponto positivo da Prefeitura. Tudo na paz. Já na areia noto que em relação aos anos anteriores havia muito mais gente. De todos os tipos, cores, raças e credos.
A contagem regressiva começa e vejo todas as luzes dos apartamentos da Avenida Atlântica acessos. 10, 9, 8, ... abraços, fotos, rolhas de champanhe pipocam no ar. Chegou 2013. No ar, 16 minutos de um show de fogos magnífico. Nas potentes caixas de som, Luiz Gonzaga, Aquarela do Brasil, Michael Jackson e Cidade Maravilhosa.
As pessoas olham para cima boquiabertas. Aplaudem, gritam, rezam. Fim dos fogos e começa o show do grupo Revelação. Aos poucos a praia vai esvaziando. São 2,3 milhões de pessoas. Apenas 3 crianças perdidas, mais de mil atendimentos nos postos médicos e nenhum incidente grave de violência.
Copacabana é assim. A gente pode até resistir, reclamar, mas nunca deixa de apreciar e se maravilhar.