O subdesenvolvimento baiano é crônico
Já é uma praxe própria do subdesenvolvimento baiano artistas cumprimentarem autoridades, em alguns casos bajularem, e até reverenciarem em excesso. No caso da Mudança do Garcia dá-se ao contrário. As críticas são dirigidas às autoridades e não escapa ninguém.
Neste sábado, deu-se um típico caso do chamado puxasaquismo carnavalesco ou subdesenvolvimento baiano.
O vocalista da banda Parangolé, Léo Santana, ao saudar o prefeito João Henrique no circuito do Campo Grande, sem que o prefeito sequer estivesse no camarote oficial da Prefeitura chamou João Henrique de Imbassahy.
Foi um vexame porque o rapaz, ao fazer seu proselitismo carnavalesco, dizia que "queremos aqui saudar o ilustre prefeito de nossa capital, Antonio Imbassahy" e por aí seguiu, sem saber ou confuso da cabeça que Imbassahy deixara a Prefeitura em dezembro de 2004.
Avisado do equívoco, Santana imediatamente pediu desculpas aos dois. Imbassahy estava na festa de Iemanjá, no Rio Vermelho, e, no camarote oficial da Prefeitura funcionários da recepção informaram que "o prefeito não vem aqui hoje, apenas domingo".
A banda Parangolé puxou, neste sábado de Carnaval, o bloco As Muquiranas com marmanjos vestidos de mulher. Cada mulher que dá foto de filme feliniano.