Política

NOVO GOVERNO COLÔMBIA QUER RECUPERAR CONFIANÇA INVESTIMENTOS INDUSTRIA

Agora só resta a direta vencer a eleição no Brasil e refrear o lulismo que vem endividando o país
Da Redação , Salvador | 08/08/2026 às 07:31
Abelardo de la Espriella e o governo "Pátria Milagre"
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O presidente da Colômbia, Abelardo De La Espriella, empossou nesta sexta-feira, 7 de agosto, os 18 integrantes de seu gabinete ministerial durante uma cerimônia realizada a portas fechadas no Batalhão Pichincha, em Cali. A equipe é composta por nove mulheres e nove homens, em cumprimento à lei de cotas de gênero.

A cerimônia ocorreu após a posse do mandatário no auditório Arena USC, da Universidade Santiago de Cali, e marcou o início formal das funções dos ministros que o acompanharão durante sua administração.

O vice-presidente José Manuel Restrepo compartilhou em suas redes sociais imagens do dia e parabenizou os integrantes do gabinete. Em sua mensagem, destacou o compromisso dos funcionários com o país: "Parabéns ao gabinete da Pátria Milagre".

  Restrepo também ressaltou o compromisso daqueles que assumirão as diferentes pastas e os desafios que a nova administração enfrentará. "Colombianos dispostos a colocar o coração a serviço do país. Há muitos desafios a enfrentar, mas, com a liderança do presidente, levaremos nossa nação adiante", afirmou.

  INVESTIMENTOS NA ECONOMIA

  Espriella apresentou, nesta sexta-feira, um roteiro econômico focado na recuperação da confiança de investidores e empresários, no saneamento das finanças públicas, na reativação do setor energético e no fortalecimento do setor agrícola colombiano.

Seu primeiro anúncio foi o congelamento dos gastos públicos, medida que, segundo ele, visa corrigir o crescimento das despesas estatais financiadas por endividamento durante o governo anterior. 

"Antes de empreender as grandes transformações econômicas de que a Colômbia necessita, temos que colocar a casa em ordem", afirmou.
Com essa decisão, o governo pretende eliminar um tributo que retornou ao sistema fiscal em 2003 como medida temporária e que a reforma tributária de 2022 tornou permanente para pessoas físicas com maiores patrimônios.

  Ao justificar a decisão, o mandatário afirmou que o país chega a esta nova etapa com as finanças públicas enfraquecidas pelo aumento dos gastos e pelo maior endividamento do Estado.

Segundo ele, essa dinâmica acabou comprometendo a sustentabilidade fiscal e a confiança de investidores e empresários; por isso, insistiu que a prioridade de seu governo será recuperar a ordem nas contas públicas antes de empreender novas reformas econômicas. "Nenhuma economia prospera quando o Estado gasta sem controle", afirmou.
No entanto, esclareceu que a política de austeridade não afetará os programas voltados para a população mais vulnerável. "A austeridade não recairá sobre aqueles que mais precisam da proteção do Estado", d