Deputado era vice-lider da oposição na Casa e tinha uma relação política civilizada com todos os paralamentares
Tasso Franco , Salvador |
18/01/2026 às 12:49
O velório no salão nobre foi aberto ao público
Foto: BJÁ
Um clima de comoção no salão nobre da Assembleia Legislativa neste domingo com a despedida ao deputado Alan Sanches (União) que morreu de infarto, ontem. Uma missa de corpo presente acontyece com a presença dos seus familiares, esposa, filhos, do governador Jerônimo Rodrigues e da presidente da Casa, Ivana Bastos, e do prefeito Bruno Reis.
O velório foi aberto ao público por volta das 10h e centenas de pessoas compareceram, amigos, eleitores, correligionários, gente do povo, colegas parlamentares, o ex-presidente da Casa, Adolfo Menezes, o senador Angelo Coronel, ACM Neto, o ex-ministro João Roma, o ex-governador Paulo Souto, a vice-prefeita de Salvdor, Ana Paula, o ex-prefeito de Feira de Santana Colbert Martins Filho, o deputado federal Diego Coronel, o ex-depitado Carlos Geilson, Kaká Leão, o deputado federal Paulo Azi, a deputada federal Lidice da Mata e outros.
Após o velório o corpo foi conduzido por alunos da Academia da PM e levado até um caminhão do Corpo de Bombeiro, em cortejo no interior da ALBA, sob aplausos e seguiu para o cemitério Jardim da Saúdade onde foi sepultado.
O governador do estado decretou luto oficial de três dias pela morte do deputado estadual Alan Sanches. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado, ainda no sábado.
“Em respeito à memória do deputado estadual Alan Sanches, decreto luto oficial de três dias na Bahia, diante de sua partida. Que Deus conforte os corações de seus familiares, amigos e de todos que com ele conviveram neste momento de imensa dor”, escreveu Jerônimo Rodrigues, nas redes sociais.
Ainda no sábado, ao tomar conhecimento da morte durante uma agenda oficial no município de Formosa do Rio Preto, o governador lamentou a perda do deputado, que atuava como vice-líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).
Jerônimo destacou que, apesar das divergências políticas, manteve uma relação pautada pelo respeito institucional com Alan Sanches. Segundo ele, “mesmo em campos políticos opostos”, a convivência foi marcada pelo diálogo e pelo compromisso com o espírito democrático.