Política

ADOLFO DIZ QUE NÃO PUXOU O TAPETE DA CANDIDATURA DE IVANA A PRESIDENTE

Minha candidatura foi discutida numa reunião interna do PSD e foi consensual, diz Adolgo
Tasso Franco ,  Salvador | 12/12/2022 às 19:35
Presidente da Assembleia em almoço com jornalistas
Foto: BJÁ
     O presidente da Assembleia Legislativa, Adolfo Menezes (PSD), em almoço do final de ano com jornalistas credenciados na Casa disse que não puxou o tapete da deputada Ivana Bastos (PSD) que havia lançado seu nome a presidência da Casa (2023/2024) e viajou para passear na Europa. Quando retornou seu espaço havia sido ocupado por Adolfo. "O PSD fez uma reunião e decidiu por meu nome após uma análise da conjuntura política baiana e verificar que meu nome tinha reconhecimento e apoio dos deputados" explicou o presidente elogiando a deputado Ivana.

  "Foi a deputada mais votada em 2022 e merece todo nosso carinho, mas não tem relacionamento com os deputados enquanto eu já estou na presidência há 2 dois e nosso trabalho é reconhecido pelos parlamentares de todos os partidos, em especial da base". O Presidente disse ainda que a vice-presidência da Casa deverá ser ocupada por um petista partido que integra a Federação com 9 parlamentares, mas qualquer deputado - pelo regimento interno - poderá apresentar seu nome, assim como de toda a mesa diretora. Comentou que o os blocos ainda não foram estabelecidos, mas os deputados já estão se movimentando nos bastidores para disputar posições na Mesa.

  Adolfo comentou a vitória eleitoral de Jerônino Rodrigues e disse que ela se deve a três fatores muito especiais: a popularidade do candidato a presidência, Lula da Sulva; ao governador Rui Costa que "faz um excelente governo" e tem obras em toda a Bahia; e ao empenho do senador Otto Alencar, do seu partido. Segundo Adolfo há outros fatores como o apoio de quase toda a base e do senador Jaques Wagner, porém, os três grandes foram Lula, Rui e Otto. 

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Adolfo Menezes (PSD), afirmou que o senador Otto Alencar não será ministro no governo do presidente eleito Lula (PT). Para ele, o próprio Otto não tem desejo de assumir uma cadeira na equipe do petista. Otto chegou a ser apontado como provável ministro da Saúde e na época inicial da campanha a governador da Bahia, como candidato a governador. 

“Se tivéssemos mais ministros baianos, seria uma honra para a gente. Não acredito que Otto com mandato de oito anos, na idade dele, claro que ele está em plenas condições físicas e intelectuais, mas um ministério não é brincadeira. Não acredito que ele seja. O PSD, a nível nacional, foram poucos senadores que estiveram ao lado de Lula, mas acredito que o PSD tenha uma cadeira na Esplanada dos Ministérios”, disse.

Adolfo lembrou que Otto fez campanha para Lula na Bahia durante os dois turnos das eleições, mas acredita que, por questões pessoais, o senador não irá compor a equipe do presidente eleito.

“Se ele quisesse ser ministro, eu tenho certeza que ele seria. Por tudo o que ele fez para o presidente Lula, não tenho dúvidas de que ele seria se quisesse. Acredito que é mais uma questão pessoal”, completou.

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