Política

TANHAÇU: Escola estadual está há 6 meses sem professor de português

Veja debate sobre a educação na Assembleia
Tasso Franco , da redação em Salvador | 06/06/2016 às 17:15
Deputado Luciano Ribeiro (DEM) diz que a propaganda do governo é enganosa
Foto: BJÁ
   O líder do DEM na Assembleia Legislativa, deputado Luciano Ribeiro, afirmou nesta tarde de segunda-feira, 6, no plenário da Assembleia Legislativa que a propaganda do governo do Estado sobre educação é enganosa e que a maioria das escolas estaduais no interior do Estado "encontra-se em estado lamentável".

   "A Escola que tem o nome de Antonio Carlos Magalhães em Tanhaçu está há seis meses, desde o último mês de janeiro, sem professores de português, matemática e fisica o que demonostra a falta de prioridade do governador Rui Costa com a educação" frisou detacando que, provavelmente hoje, "é o que se diz porque o governador menospreza a Assembleia e não informa aos deputados", será a posse do novo secretário da Educação, pasta que está sem titular há dois meses.

   O parlamentar disse ainda que estranha as declarações do governador sobre feitos na educaçlão, prioridade na educação, e como "pode uma escola em Tanhaçu sem ter professor professor de português, a língua mater, desde a abertura do ano letivo". 

   Para Luciano, "não há prioridade alguma do governo com a educação, não há professores em várias escolas e os terceirizados estão sem receber salários".

   DEFESA DO GOVERNO

   Na defesa do governo, o líder do PT, deputado Rosemberg Pinto disse que a educação "não melhorou ainda como gostaríamos que tivesse melhorado" , porém, disse ter ficado surpreso com as declarações do deputado Luciano Ribeiro uma vez que o DEM, com o ex-governador Paulo Souto, "deixou uma situação caótica na educação com 2 milhões de analfabetos no Estado".

   Segundo Rosemberg, a presença do senador Walter Pinheiro (sem partido) na educação vai dar "uma oxigenada na pasta" e os governos do PT na Bahia fizeram muito pela educação, inclusive com o Topa reduzindo drasticamente o analfabetismo no estado".