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O vereador Marivaldo Barreto, PT, só conseguiu ter acesso com o prefeito Tarcízio, após evento
Foto: ACM
Toda oportunidades que o governador Jaques Wagner vai a Feira de Santana, como aconteceu nesta quinta-feira, 24, enfrenta protestos. Estudantes, professores (da rede estadual) e integrantes da APLB Sindicato aproveitaram a sua presença para reinvindicar melhorias no ensino e demonstrar contrariedade a enturmação - junção de turmas pequenas.
Enquanto os manifestantes gritavam em coro "não, não, não, não queremos enturmação, queremos mais dinheiro para gastar na educação!", o diretor da APLB, Germano Barreto, foi ouvido pelo governador e também entregou um documento com as insatisfações. Este garantiu que vai encaminhar as queixas para o secretário estadual de educação e ver as condições de atendimento.
Problema maior aconteceu entre a segurança do chefe do Executivo e o vereador Marivaldo Barreto, PT, o qual, foi impedido de entrar nas dependências da Central de Regulação. Um vexame. O vereador se identificou como sendo uma autoridade política, exigiu respeito, mostrou sua carteira de indentificação da Câmara, mas, foi barrado. Não teve argumentos, mesmo dizendo que era do mesmo partido do governador.
Na central, o prefeito Tarcízio Pimenta (DEM) explicou ao governador como funciona o local e as iniciativas que a Prefeitura pretende tomar com relação a melhorias no atendimento. Porém, parece que o governador não gostou das ideias e, em uma conversa rápida com seus companheiros, Tarcízio disse: "
O que eu posso fazer? Eles não querem aceitar que nós estamos na frente deles", referindo-se ao governo municipal em relação ao estadual.
Somente depois que o governador deixou o local foi que o vereador Marivaldo Barreto, acompanhado do prefeito Tarcízio, teve acesso a central de regulação.
A CENTRAL
Segundo
Márcia Cristina Souza, coordenadora atual da Central de Regulação, os pacientes são atendidos nas USBs (Unidades Básicas de Saúde) e nos PSFs (Postos de Saúde da Família); deixam lá as guias e os postos de saúde se encarregam de enviar para a Central.
"Quando a gente recebe as guias, marca dia, horário e local de atendimento e encaminha os pacientes para as clínicas autorizadas", diz. Ela fez questão de frisar que pacientes que fazem exames anato-patológicos (biópsias) dirigem-se até à central e são imediatamente regulados e encaminhados para as clínicas autorizadas.
"Se tiver alguma prioridade, os PSFs e as USBs avisam", garante. Quanto à equipe, Márcia diz que são, em média, 50 pessoas trabalhando no local, entre enfermeiros, marcadores de exames e assistentes administrativos.
(Com informações por telefone da Secom e das repórteres Paula Macedo e Orisa Gomes do Blog da Feira)