César Borges defendeu a mobilização dos prefeitos e vereadores em torno das teses municipalistas e disse que, "sem pressão, nenhuma causa anda". Ele apoiou a luta pela revisão do veto presidencial a artigos da MP 457 que permitem a cobrança do INSS apenas sobre débito de cinco anos e impunham correção por TJLP. "Fazer a correção da cobrança pela Selic e em cima de dívidas de 10 anos torna o débito impagável para os municípios", considerou o senador.
Bastante aplaudido, César Borges criticou a chamada "judicialização da política" e a insegurança jurídica trazida pela demora de anos para julgar questões eleitorais. "Se a Justiça quer julgar, que julgue rápido, mas acabe com as eleições municipais sem fim, que se arrastam pelos tribunais estaduais e depois em Brasília, deixando um município sem saber, de fato, quem é o eleito", afirmou. Ele disse que a demora também significa mais gastos judiciais para todos.