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O roubo à Câmara Municipal de Salvador, de onde levaram equipamentos de informática, foi considerado pelo 1º vice-presidente da instituição, vereador Paulo Magalhães Jr. (DEM), como uma ação criminosa típica de quem ter a certeza da impunidade.
"É muito estranha a circunstância em tudo aconteceu, já que o ladrão deixou para trás notebooks e outras coisas de maior valor, dando prioridade às informações sobre servidores e contratos da Casa. Uma das portas sequer foi forçada. Para mim é coisa encomendada por gente que tinha um alvo certo", declarou.
Logo no início da administração Alan Sanches o presidente falou em rever alguns contratos e analisar os sistemas de informática.