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Alan durante entrevista à imprensa. Hoje, reuniu-se com 9 vereadores na Câmara.
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Em reunião realizada na manhã deste sábado, 4, o presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Alan Sanches, admitiu a possibilidade de ir ao Ministério Público na próxima segunda-feira, 6, para analisar a contratação de 41 assessores especiais, um para cada vereador, com salários variando entre R$4.267 e R$4.329,00, medida que tem sido criticada pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa do MP, Rita Tourinho.
O encontro foi realizado na Câmara com as presenças dos vereadores Sandoval Guimarães, Sildevan Nóbrega, Vânia Galvão, Aladilce Souza, Paulo Câmara, Dr. Pitangueiras, Pedrinho Pepê, Marta Rodrigues e Téo Senna e a posição consensual é de que a Câmara é um Poder autônomo, tem responsabilidade em suas atribuições e não pode ficar refém do MP.
Segundo a assessoria de comunicação da Presidência, os contratos foram feitos para suprir o atendimento às exigências de reforma da Lei Orgânica do Município e estudos para alterar o Regimento Interno da Câmara, há respaldo jurídico da PGC - Procuradoria Geral da Câmara, e não existe qualquer ilegalidade.
Embora a presidência da Casa ainda não tenha recebido qualquer informação ou notificação oficial do MP, salvo através de matérias de A Tarde, Alan vai procurar o Procurador Geral de Justiça, Lidivaldo Brito, para, para, se for o caso, analisarem em conjunto a situação.