O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), aparece em dois dos quatro cenários. Em um deles, com a presença dos ex-governadores Paulo Souto (DEM) e César Borges (PR), tem 7%. No outro, em que Souto é substituído pelo deputado federal Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM), fica com 8%. Nos dois casos, ele aparece tecnicamente empatado com o radialista Raimundo Varela (PRB).
O segundo lugar nas pesquisas é disputado entre dois nomes do DEM baiano, ACM Neto e Paulo Souto. ACM Neto fica com 17% nos dois cenários em que é citado. Em um deles, César Borges tem 14%. Em outro, com Geddel Vieira Lima, o senador fica com 12%.
Quando o possível candidato é Paulo Souto, a diferença chega a ser de nove pontos percentuais (19% e 10%) quando Geddel é incluído na disputa. Sem o ministro, a diferença cai para quatro pontos (18% e 14%).
COMENTÁRIOS BJÁ
Os cenários apresentados pelo DataFolha relacionam os ex-governadores Paulo Souto e Cesar Borges numa mesma planilha de estimulada; e/ou o ex-governador Cesar Borges e ACM Neto noutra planilha de estimulada.
Como modelo de avaliação individual até tem sentido, mas, na prática, Cesar Borges já disse repetidas vezes que é candidato a senador. E, ACM Neto já disse que o candidato do DEM a governador é Souto.
Juntando-se, pois, os números de Souto com Cesar Borges aproxima-se de Wagner, o que significa dizer que, a oposição na Bahia está viva.