O presidente Arthur Maia destacou a importância da Bahia se adequar à portaria, mas ressalvou as inúmeras dificuldades para isso. "O problema é que ninguém se preocupou com a transição de um processo secular para o moderno, como estabelece a portaria. Nem o Estado, nem a iniciativa privada tiveram condições ainda de fazer essas adaptações", afirmou.
Ele lembrou que, até pouco tempo atrás, os pequenos produtores costumavam comprar um boi, fazer o abate e depois vender a carne na feira. A verdade, diz ele, é que muita gente perdeu seu meio de subsistência com as exigências da portaria. Outro ponto que deve mobilizar os trabalhos do colegiado é a influência da crise mundial na produção agropecuária do estado.