Segundo o secretário de Administração do Estado, Manoel Vitório. não procede a informação veiculada hoje (11) em sua coluna, onde o deputado João Bacelar aponta a empresa MAP Serviços de Segurança Ltda. prestadora de serviços de vigilância para a Secretaria da Educação, como integrante do G8.
- A empresa que consta na lista do Ministério Público como participante do grupo e investigada pela Polícia Federal na Operação Jaleco Branco é, na verdade, a Masp Locação de Mão de Obra Ltda, e não a MAP como denuncia o parlamentar.
- A MAP Serviços de Segurança Ltda. substitui a Seviba Segurança e Vigilância da Bahia Ltda cujo contrato foi cancelado em 17 de março de 2008.
- O novo contrato celebrado entre o Estado e a nova empresa (MAP) gerou economia anual da ordem de R$8,05 milhões, valor 19,11% menor que o praticado pela Seviba.
- Além da vigilância da SEC, outros nove contratos que envolviam empresas citadas na Operação Jaleco Branco tiveram seus contratos cancelados. A economia do Estado com a não renovação destes contratos chega à casa dos R$40 milhões de reais anuais.
- A exclusão das empresas listadas pelo Ministério Público como integrantes do G8 na prestação de serviços ao Estado ocorreu a partir de maio do ano passado e culminou com o lançamento pelo Governo do Estado de novas regras de licitação definidas pelo Decreto 10.545.
- O Decreto 10.545 determina o uso do registro de preços nas contratações de serviços, exclui o critério de preço inexeqüível, que levava o Estado a gastar mais nas compras públicas, e orienta os órgãos estaduais a adotar preferencialmente o método de Pregão Eletrônico, que confere maior amplitude, celeridade e transparência ao processo licitatório.