A entrevista foi feita nesta manhã de terça-feira, 18
Governador reconheceu que está melhor avaliado no interior do que na capital (Foto:Div)
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O governador Jaques Wagner (PT) reconheceu nesta manhã de terça-feira, 18, em entrevistra na Rádio Nova Salvador FM que os índices de aprovação (segundo o DataFolha) ainda não estão bons, porém, que ele está preparando o Estado para um crescimento prolongado e resultados melhores advirão com o decorrer do tempo.
Wagner deixou escapar que sua avaliação é melhor no interior do que na capital, reconheceu que a tragédia da Fonte Nova foi um trauma, se comprometeu (mais uma vez) a construir um estádio novo para a Copa do Mundo de 2014, elogiou o secretário da Saúde, Jorge Solla, afrimou que realmente há problemas na área da segurança pública, anunciou que pela primeira vez em 25 anos as universidades estaduais encerram o ano fiscal sem dever nada, e frisou que o governo precisa divulgar mais suas ações.
Como já disse em outras entrevistas, o governador criticou as gestões do ex-PFL, em especial a do ex-governador Paulo Souto, confessou que havia problemas em vários segmentos do Estado e disse que somente com as novas licitações nas áreas de limpeza e conservação, contratos em que se pagava R$1 milhão "estamos pagando R$270 mil" com economia significativa para o Estado.
"A Bahia está em processo de recuperação. Até a área do Pólo Petroquímico eles abandonaram e vamos economizar só em custeio R$400 milhões", frisou. Wagner destacando que, realmente, a segurança lhe preocupa e vai procurar saber da SPP porque ônibus que são assaltados em Itapuã ou na Paralela necessitam prestar queixa numa delegacia da cidade baixa, quando já existe computador e outros meios para isso.
SEGURANÇA
Entre as medidas para minorar o problema da segurança no Estado, Wagner anunciou a construção de presídios em Barreiras e Eunápolis, anunciou que criará uma área de passagem para presos que ainda não foram julgados e intensificar os mutirões com a participação do Poder Judiciário.
SAÚDE
Anunciou que irá construir o Hospital da Criança, em Feira de Santana, um hospital no Subúrbio Ferroviário de Salvador e vai redimensionar o Orçamento do Estado devido ao fim da CPFM, o que atingirá projetos da saúde na Bahia, entre eles, o Hospital de Santo Antonio de Jesus.