A sessão foi meia-sola na tarde desta quarta-feira, 8
Fogo amigo. Estas foram as palavras de ordem na Assembléia Legislativa nesta tarde de quarta-feira, de pouco trabalho, sessão suspensa às 17h30min e marasmo. Se a AL continuar nesse passo, repetindo o mesmo refrão do primeiro semestre, vai ser um ano legislativo devagar quase parando.
O deputado Adolfo Menezes (PTB) da base aliada do governo fez um pronunciamento destacando que, de pouco ou nada adiantou a presença do secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, acenando com melhor entendimento entre os secretários de Estado e órgãos do governo, porque, tudo continua como antes no quartel de Abrantes.
Ou seja, "continuamos tomando chá de cadeira nas antes salas do governo e sequer somos recebidos" alinhavou o deputado em seu discurso, sentando à pua, especificamente, num secretário de Estado.
Com fina irona, o deputado Gilberto Brito (PR) elogiou o pronunciamento do deputado Menezes elogiando a sua atitude, "situação que sofríamos no governo anterior, porém, "não criticávamos".
POLÍCIA
O capitão Tadeu (PSB), também da base aliada do governo, voltou a sua costumeira crítica em relação a questão da segurança pública no Estado e disse que está faltando a tal política de segurança.
A Associação dos Oficiais da PM - Força Invicta - que se encontra fora da Mesa Setorial de Negociação do governo no segmento policial vai ajuizar uma ação civil pública contra o governo requerendo 17.28% também para os oficiais militares.
O governo já disse em diversas oportunidades que este ano nem mais um centavo para ninguém além do que já foi acordado na Mesa Central e aprovado na Assembléia Legislativa.
Estão pedindo até a cabeça do secretário Paulo Bezerra. Que loucura!