É sexta. Assim espera a diretoria do Sindsefaz, que no próximo dia 10, finalmente, a Sefaz responda as nossas reivindicações específicas, apresentadas desde o dia 5 de junho. De lá para cá aconteceram os problemas de conhecimento de toda a categoria, com a suspensão das reuniões da Mesa Setorial, mas nestes mais de 60 dias o governo teve tempo suficiente para estudar a pauta e apresentar respostas. O governo precisa correr. Na reunião da Mesa Setorial, dia 30 de julho, a representação da Sefaz se comprometeu a apresentar resposta dia 6 de agosto, especialmente quanto ao retorno do valor do ponto para 3%. Mas ontem, reunido com a diretoria do Sindsefaz, o sub-Secretário Carlos Batista disse que o governo não tinha resposta alguma. Falou que na quinta-feira, 9 de agosto, acontecerá um encontro intersecretarias, quando os secretários pretendem fechar uma proposta a ser apresentada a todos os servidores.
Na sexta (10), a diretoria do Sindsefaz e os membros do Conselho Sindical irão à Sefaz em busca de respostas. Espera sair com definições claras, até porque, à tarde, os conselheiros da entidade se reunirão para definir os encaminhamentos da luta. Em pauta, discutir a sincronização das ações de todos os servidores públicos da base dos sindicatos filiados a Fetrab. Aliás, na mesma sexta, nossa entidade e a Federação buscam a representação do governo na Mesa Central para saber das respostas à pauta geral de reivindicações.
O Sindsefaz pede aos colegas que vistam na quinta-feira, dia 9, as camisas alusivas à luta da carreira, tanto do Fisco quanto dos Técnicos Administrativos. É hora de sair da posição de vigilância e apertar a mobilização, porque há mais de 7 meses os servidores da Fazenda e o Sindicato têm tido a tolerância necessária com o governo que assumiu em janeiro. O mesmo comportamento teve a maioria das entidades filiadas a Fetrab, na Mesa Central e nas mesas setoriais.
Mas paciência tem limite. E a do fazendário já está nessa condição. É hora do governo melhorar sua articulação e o funcionamento do SENP (Sistema Estadual de Negociação Permanente), se organizar melhor e entender a função do servidor público no projeto traçado pelo governador Wagner. Caso contrário, perderá a luz do caminho.
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