sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Colunistas / Miudinhas
Tasso Franco

TURISTA MINEIRO TERIA SOFRIDO QUEIMADURAS NO CORPO POR ÓLEO MISTERIOSO

O óleo misterioso que atinge praias da Bahia já provoca imensos prejuizos
03/11/2019 às 10:13
   MIUDINHAS GLOBAIS:

   1. O procurador-geral da República vem a público parabenizar o trabalho da Procuradoria da República no Rio Grande do Norte, por meio dos procuradores da República Victor Mariz e Cibele Benevides, pela excelente atuação na chamada Operação Mácula. O MPF demonstrou disciplina, harmonia com as demais instituições (PF e Marinha) e conseguiu tratar o caso do desastre ambiental na costa brasileira com a responsabilidade e o denodo que se espera dos membros do MPF. 

   2. A atuação repercute de forma extremamente positiva nacional e internacionalmente, prevenindo futuros casos e, por isso, merece todo apoio da PGR, que inclusive já disponibilizou a Secretaria de Cooperação Internacional para que trate o caso como prioritário.
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   3. Um turista de Minas Gerais, de 38 anos, ficou com manchas no corpo após tomar um banho de mar na manhã do último sábado (2), na Praia de Corurupe, em Ilhéus, no sul da Bahia. A Vigilância em Saúde Ambiental do município investiga se há relação do problema com as manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste.

   4. Em entrevista ao G1, Anderson Gabriel contou que caminhava sozinho na praia quando decidiu tomar um banho de mar. O turista conta que ficou dentro da água por cerca de 40 minutos e saiu quando o corpo começou a arder.

  5. "Eu estava fazendo uma caminhada na areia. Aí na hora que eu fui tomar um banho de mar, fiquei uns 40 minutos dentro da água, o meu corpo começou a coçar e queimar e eu saí da água. Na praia eu não vi óleo, mas quando eu cheguei em casa que eu fui tomar banho, começou a sair uma água escura [do corpo] e a bucha ficou muito oleosa", lembrou Anderson.

   6. O turista informou que foi até uma unidade médica no sábado e neste domingo (3), quando foi medicado. Anderson planeja procurar um dermatologista já que o corpo continua ardendo.

   7. "Eu estou me coçando muito. Essas manchas ardem. Tem algumas na parte da frente do meu corpo, mas é nas costas que doem mais. Vou procurar um dermatologista para fazer um exame mais específico, porque o médico que eu fui me medicou para parar de arder", contou.

   8. Segundo informações do coordenador da vigilância do município, Gleidson Souza, o turista fez exames, que estão sob análise em Salvador, e é acompanhado diariamente pelo órgão. O caso é tratado como isolado, já que outras pessoas tomaram banho na mesma praia e não tiveram reações.

   9. "É um caso suspeito de intoxicação pelo óleo. Amanhã [segunda-feira] vamos encaminhá-lo para um dermatologista, mas até então é um caso isolado. Várias pessoas tomaram banho e não tiveram reações", disse o coordenador.

  10. (Blog do Gusmão) Em conversa com o BG, o ex-vereador Zé Neguinho, presidente da Colônia de Pescadores Z-34, do bairro Malhado, informou a atual situação dos pescadores e marisqueiros após a chegada do óleo nas praias de Ilhéus.

   11. Zé Neguinho explicou que antes dos primeiros sinais serem vistos nas praias, a colônia já vinha trabalhando para acalmar os pescadores, que estão nervosos e apreensivos com a situação. Ele informou que os pescadores devem procurar a colônia para que juntos possam acionar as autoridades competentes e tentar resolver os problemas.

   12. Zé Neguinho disse que ainda não conversou com especialistas para saber se há ou não proibição do consumo. “Buscaremos providências junto aos governos estadual e federal para compensar os pescadores que forem afetados pelo óleo”, disse o presidente. Ele informou também que Ilhéus tem 6000 pessoas, aproximadamente, que adquirem renda por meio da pesca. Só a Colônia Z-34 tem 2300 pescadores cadastrados.

  13. “A colônia está trabalhando no cadastramento de todos pescadores, revendedores e marisqueiros para apresentar dados concretos aos órgãos competentes, pois em alguns estados afetados já houve liberação de parcela do defeso e nós contamos com essa lei”, destacou.

   14. “Em outras cidades, o impacto do óleo foi muito grande e afetou os corais. É nos corais que há a reprodução de alguns peixes e com isso [a contaminação] toda a produção será perdida. Muitas marisqueiras já foram prejudicadas”, explicou Zé Neguinho.

   15. Para o presidente da Colônia, o impacto do óleo foi muito ruim para a cadeia da pesca, pois as pessoas que consomem peixes e frutos do mar estão com medo de comprá-los, devido ao risco de intoxicação. “A venda continua liberada e até o momento não há proibição”, explicou.

   16. Segundo Zé Neguinho, nesta terça-feira, 29, o governo federal estabeleceu um período adicional (de 1º de novembro a 31 de dezembro de 2019) do seguro-defeso para as comunidades de pescadores atingidas pelo óleo.
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  17. O ambiente público iluminado interfere diretamente no ir e vir da população, uma vez que contribui para redução da criminalidade e proporciona, entre outras coisas, segurança ao trânsito de veículos e pedestres. Partindo desse pressuposto, o Governo do prefeito Colbert Martins Filho está promovendo a melhoria na iluminação pública, por meio dos serviços de substituição de reatores, bases, luminárias, lâmpadas, conectores e relês.

   18. Entre os dias 16 a 31 de outubro deste ano, 3.331 pontos de iluminação pública de Feira de Santana foram atendidos, segundo o relatório da  Ghia Engenharia Ltda. – empresa contratada pelo Governo Municipal para execução de serviços contínuos de operação, manutenção preventiva e corretiva, melhoria e cadastro de unidades do sistema de iluminação pública, com fornecimento de mão de obra, equipamentos e materiais, obedecendo aos critérios e parâmetros técnicos de qualidade. 

   19. “O Governo Municipal, através do Departamento de Iluminação Pública da SESP, está  fiscalizando e intensificando o mapeamento das localidades que necessitam de melhorias nos pontos de luz,   bem como realizando mutirões e atendendo ordem de serviços na zona urbana e rural, para melhorar o atendimento na gestão de iluminação pública”, disse o secretário municipal de Serviços Públicos, Justiniano França.

   20. A recicladora de plástico desenvolvida pela Made In Space – empresa norte-americana contratada pela NASA para desenvolver novas tecnologias para operação em gravidade zero – em parceria com a Braskem será lançada ao espaço durante a 12ª missão comercial de reabastecimento da empresa Northrop Grumman (NG12) à Estação Espacial Internacional. O projeto audacioso será a primeira operação comercial de reciclagem de plástico na história das missões espaciais.

  21. O lançamento está previsto para as 10h59 do dia 2 de novembro, horário de Brasília, na Wallops Flight Facility, estação de voos da NASA em Wallops Island, ilha na Costa Leste do estado da Virgínia, nos Estados Unidos. A recicladora deve chegar à Estação dois dias após o lançamento. 

   22. O objetivo é ampliar ainda mais a autonomia e a sustentabilidade das missões espaciais facilitando o dia-a-dia dos astronautas, que poderão transformar os resíduos plásticos, que já cumpriram sua vida útil na Estação Especial Internacional, em matérias-primas para o desenvolvimento de novos itens.

  23. A parceria entre as duas empresas integra uma série de iniciativas da Braskem em prol da Economia Circular e faz parte do projeto da Braskem, Imprimindo o Futuro, que em 2016 levou para a Estação Espacial uma impressora 3D que utiliza o plástico de fonte renovável I’m greenTM PE da Braskem, feito à base da cana-de-açúcar, para manufatura de peças no espaço. 

   24. “O plástico de fonte renovável I’m greenTM foi escolhido por reunir características como flexibilidade, resistência química e reciclabilidade. A capacidade de imprimir peças e ferramentas em 3D sob demanda aumenta a confiabilidade e segurança de missões espaciais. 

  25. A recicladora em órbita poderá contribuir, por exemplo, com reposição de peças danificadas e produção de ferramentas sob demanda. Dessa forma, é possível fechar o ciclo do plástico na Estação Espacial, reduzindo a dependência de matérias-primas enviadas a partir da Terra”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem na América Latina.